Sinistralidade Rodoviária: Um Olhar Para a Educação e Sensibilização Rodoviária na Cidade do Lubango.

Autores

Palavras-chave:

Educação Rodoviária, Sinistralidade Rodoviária, Campanhas de Sensibilização.

Resumo

O presente estudo aborda a importância da disseminação da educação rodoviária como estratégia para reduzir o elevado número de acidentes rodoviários na cidade do Lubango, Huila, Angola. Trata-se de uma pesquisa descritiva, desenvolvida com base em métodos de análise e síntese, comparativo, histórico-lógico e hipotético-dedutivo, bem como em métodos empíricos, nomeadamente a análise documental, a observação, os instrumentos estatísticos e cartográficos. O presente estudo visa contribuir para a prossecução de acções urgentes por parte das autoridades locais, adequando-se, deste modo, aos objetivos da Agenda 2030 da ONU, que visam reduzir em até 50% o número de acidentes. O estudo concluiu que a educação rodoviária aliada às campanhas de sensibilização e às instituições de ensino ajuda a garantir a prevenção e segurança rodoviária dos utentes da via pública. Os participantes demonstraram grande aceitação quanto à inclusão da educação rodoviária nos currículos escolares.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografias Autor

Cipriano Angelino Bongo, Instituto Superior de Ciências da Educação da Huila, Angola

Doutor em Tecnologia Educativa pela Universidade da Beira Interior. Investigador afecto ao Centro de Investigação e Desenvolvimento da Educação (CIDE, ISCED-Huíla).

Vladi Sénio Ribeiro Pereira, Instituto Superior de Ciências da Educação da Huila, Angola

Investigador afecto ao Centro de Investigação e Desenvolvimento da Educação (CIDE, ISCED-Huíla).

Referências

André, T. L., Gaudich, A., Estêvão, H., Carvalho, S., Areal, A., Pita, R., . . . Escudeiro, L. (2020). Educação Rodoviária – Práticas de Referência. Lisboa: Direção-Geral da Educação.

Campos, H. (2009). A sinistralidade rodoviária: Drama ou Fatalidade: Estratégias de combate.

Cardoso, A. F. (2013). Relatório de Estágio da Prática de Ensino Supervisionada. Guarda: Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto.

Centro de Formação de Condutores. (21 de Junho de 2024). O Impacto das Redes Sociais na Educação para o Trânsito. Obtido de CFC ALDA – Excelência em formação: https://cfcalda.com.br/o-impacto-das-redes-sociais-na-educacao-para-o-transito/

Cordeiro, L., & Afonso, V. (2014). Educação Rodoviária. Jornal de Angola, 1-3.

Costa, E. M. (2022). “Agir já e salvar vidas nas estradas”. 15ª Edição do Dia Mundial em Memória às Vítimas de Estrada 2022 (pp. 3-4). Luanda.

Decreto Presidencial 145/23 de 30 de Junho. (2023). Aprova o Plano Nacional de Prevenção e Segurança Rodoviária 2023-2027. Luanda: Impressa Nacional Angolana.

Direção Nacional de Viação e Trânsito. (2017). Estatística e Sinistralidade. Obtido de dnvt.gov.ao: http://www.dnvt.gov.ao/estatisticas-e-sinistralidade/DNVT -

Direcção Nacional de Viação e Trânsito. (2016). “Acções de Prevenção Rodoviária”. Obtido de dnvt.gov.ao: http://www.dnvt.gov.ao/accoes-de-prevencao-rodoviaria/DNVT Gabinete do Comando Provincial da PNA- Huila. (2025). Relatório Anual da Sinistralidade Rodoviária da Huíla. Lubango: Polícia Nacional.

Gil, A. C. (2008). Métodos e Técnicas de Pesquisa Social (6 ed.). São Paulo: ATLAS S.A.

Godoi, C. K. (2006). Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva.

Governo de Angola. (2023). Relatório do Plano Nacional de Prevenção e Segurança Rodoviária 2018-2022. Luanda: Imprensa Nacional.

Grupo Angolan Press. (26 de Setembro de 2024). Mais de 100 pessoas perderam a vida de Janeiro a Agosto deste ano nas estradas da Huíla. Jornal O PAÍS, 1.

Harvard Humanitarian Initiative. (2020). Kobotoolbox. Obtido em 10 de Maio de 2025, de Kobotoolbox: https://www.kobotoolbox.org/

Heijster, K. (1997). “Legislação de trânsito e aplicação da lei”. relatório sweroad, pp. 4-7.

Magalhães, D. E. (2022). A Justiça Processual e a Fiscalização Rodoviária da Polícia de Segurança Pública: Reflexões Sobre as Perceções Comunitárias. (Dissertação de Mestrado.) Lisboa. Obtido de https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/41567

Marques, R. (2000). Dicionário breve de pedagogia. Lisboa: editorial presença.

Martins, V. M. (2022). Prevenção e Sinistralidade Rodoviária: A Educação Rodoviária no Sistema de Ensino Escolar. Lisboa.

Morais, J. P. (2023). Facebook e a prevenção rodoviária: O impacto da partilha de ações de fiscalização [Dissertação de Mestrado. ISCPSI]. Obtido de Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal.: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/25021

Moreira, R. (2022). Análise de dados com o Excel. p. 2. doi:10.13140/RG.2.2.12366.95040

Mozzato, A. R., & Grzybovski, D. (2011). Análise de Conteúdo: ampliando e aprofundando a reflexão sobre a técnica de análise de dados qualitativos no campo da administração. 15(4), pp. 765-775.

Nabais, E. M. (2009). Avaliação da Segurança Rodoviária- Proposta de Abordagem Metodológica (Dissertação de Mestrado). Lisboa: ISEL.

Neves, R. (2022). O impacto do marketing de guerrilha na prevenção da sinistralidade rodoviária. (Dissertação de Mestrado.) Lisboa: ISCPSI. Obtido de Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/41471

OMS. (2009). Relatório global sobre a situação da segurança rodoviária: hora de seguir em frente.

OMS. (2011). Plano Mundial Para a Década de Acção Para a Segurança Rodoviária. Notícias Diárias, 4.

OMS/África. (17 de Maio de 2021). Semana Mundial da Segurança Rodoviária. Obtido de https://www.afro.who.int/pt/regional-director/speeches-messages/semana-mundial-da-seguranca-rodoviaria-das-nacoes-unidas-2021

ONU. (27 de Setembro de 2015). Os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Agenda 2030, p. 22.

Peixoto, A. (2006). Sinistralidade Rodoviária: da evidência à realidade: Estudo Sociológico. Ponta Delgada, Macaronésia.

Policia Nacional de Angola - Huíla. (13 de 06 de 2024). Campanhas de Sensibilização. Obtido de Segurança Rodoviária: https://www.instagram.com/p/C8KPocUOJnl/?igsh=MWQ0Y2gxd3NkaGNoYQ==

Prodanov, C. C., & Freitas, E. C. (2013). Metodologia do Trabalho Científico: Métodos e Técnicas da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico (2 ed.). Novo Hamburgo - Rio Grande do Sul - Brasil: Universidade Feevale.

Rosas, P. I. (2012). Educação rodoviária e infrações ao código da estrada (Dissertação). Aveiro: Universidade de Aveiro.

Santos, P. T., Silva, M. R., & Martins, A. P. (2021). Aplicabilidade da ferramenta kobotoolbox para validação de mapeamento de classificação de cobertura e uso da terra. Revista Geografias, 17. doi:10.35699/2237-549X .2021.34247

Silva, C. M., Bravo, J. M., & Gonçalves, J. (2021). Impacto económico e social da sinistralidade rodoviária em Portugal. Lisboa: CEGE - Centro de Estudos de Gestão do ISEG e Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Sitoe, G. A. S. (2023). Modelo de intervenção para o combate à sinistralidade rodoviária na Província de Maputo.

Teixeira, A. N. (2015). Análise qualitativa com o programa NVIVO: fundamentos. Porto Alegre: UFRGS. Obtido em 22 de Abril de 2025, de https://pt.scribd.com/document/258738651/Análise-Qualitativa-com-o-NVivo-Fundamentos

Voz de África. (2023). Acidentes rodoviários em Angola continuam a matar. Obtido de VOA:https://www.voaportugues.com/a/acidentes-rodovi%C3%A1rios-em-angola-continuam-a-matar/7362556.html

Downloads

Publicado

2026-07-14

Como Citar

Bongo, C. A., & Pereira, V. S. R. (2026). Sinistralidade Rodoviária: Um Olhar Para a Educação e Sensibilização Rodoviária na Cidade do Lubango. Revista Científica Do ISCED-Huíla, 3(2), 8–25. Obtido de https://portalpensador.com/index.php/RCIH/article/view/1131