Comparison of two vegetation sampling methods in plots of variable area in Bicuar National Park, Huíla-Angola
Keywords:
Bicuar National Park, Vegetation sampling, Plots Diversity EquitabilityAbstract
The present work compared the two vegetation sampling methods in the Bicuar National Park, with 30 plots (20 m × 50 m) and 3 plots (100 m × 100 m), in terms of sampling sufficiency – calculated from species accumulation curve; description of structure and species composition – calculated from the principal phytosociological parameters, as well as diversity, dominance and specific richness – calculated from Shannon Diversity Index (H’), Simpson Dominance Index, (D’), Margalef Richness Index (I’) and equitability calculated by the Jaccard Equitability Index (J’). The obtained results points to a density of 1415 individuals, belonging to 15 botanical families and 46 species with 20 m × 50 m method and 1422 individuals, of 9 families and 28 species using the method of 100 m × 100 m. Being Fabaceae the most representative family. Relatively sampling sufficiency, the 30 sampling plots showed to be enough to describe the composition of species for this study. As long as the curve reached the stability with this number of sampling unities. However, in terms of diversity, dominance, richness the plots of 100 m × 100 m showed to be more efficient, implying that in bigger plots there are more possibilities to include major diversity, by the existing chance of sampling new species which have not sampled in the group of smaller plots. In both methods there was a certain uniformity between species, with the similarity index value to be above 0,50. It should be noted that, despite the operational costs, larger plots, installed permanently, offer the possibilities of future re-measurement of individuals, which allows us monitoring the vegetation dynamics, taking into account the various factors of disturbance from different sources that today threaten the park.
Downloads
References
Abreu, T. A., Pinto, J. R., & Mew., H. A. (2014). Variação na Riqueza e na Diversidade de Espécies Arbustivas e Arbórias no período de 14 anos em uma Floresta de Vales, Mato Grosso. Mato Grosso, Brasil: Rosa.P.O & Romero.
Aguiar, O. T. (2003). Comparação entre os Métodos de Quadrantes e Parcelas na Caracterização da Composição Florística e Fitossociológica de um Trecho de Floresta Ombrófila Densa no Parque Estadual "Carlos Botelho"-São Miguel Arcanjo, São Paulo. Picaricaba/Brasil: Biblioteca da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz.
Amaral, L. d., & Ferreira, R. A. (2013). Variabilidade espacial do Índice de Diversidade de Shannon-Wiener em Floresta Ombrófila Mista. Piracicaba - Brasil: Scientia Forestalis.
Araujo, E. J., Netto, S. P., Morais, V. A., David, H. C., Curto, R. d., & Scolforo, J. R. (2018). Método de Amostragem da Área Variável para a Regeneração Natural de Eremanthus erythropapus. Curitiba, Brasil: Floresta PR nº2, p 265-276, Brasil/Jun.2018.
Barbosa, L. A. (1970). Carta fitogeográfica de Angola. Instituto de Investigação Científica de Angola - Luanda.
Beja, P., Pinto, P. v., Veríssimo, L., Bersacola, E., Fabiano, E., Palmeirim, J. M., . . . Taylor, P. J. (2019). Os Mamíferos de Angola. Porto - Portugal: Artes e Ciências.
Brian J. Huntley, P. B. (2019). Conservação da Biodiversidade:História, Área de Conservação e Hostposts: Biodiversidade de Angola: Ciência e Conservação: Uma síntese Moderna. Porto, Portugal: Brian J. Huntley, Vladimir Russo, Fernanda Lages, Nuno Ferrand de Almeida.
Carlos Alberto Araújo Júnior (1), G. S. (2010). Projeção da distribuição diamétrica de povoamentos de eucalipto em diferentes amplitudes de classe. Viçosa MG-Brasil: Pesq. agropec. bras., Brasília, v.45, n.11, p.1275-1281, nov. 2010.
Chao, S. (2012). Forest People: Numbers across the Word, Forest People Program, Moreton-in-March. U.K.
Chisingui, V., Gonçalves, F. M., Tchamba, J. J., Luís, J. C., Rafael, M. F., &
Diniz, A. C. (2006). Características Mesológcas de Angola. Lisboa.
Druszcz, J. P. (2014). Método de Amostragem com Três Variações estruturais em Inventários Florestais em Plantações de Pinus. Curitiba, Brasil: Universidade Florestal dp Paraná; Sector de Ciências Agrárias; Centro de Ciências Florestais e da Madeira/Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal.
Druszcz, J. P., Nalajima, N. Y., Netto, S. P., & Júnior, M. Y. (Dezembro de 2010). Comparação entre os Métodos de Amostragem de Bitterlich de Área Fixa com Parcela Circular em Plantação de Pinus Taeda. Floresta, 729-754.
Durigan, M. E. (1999). Florística, Dinâmica e Análise Protéica de uma Floresta Ombrófila Mista em São João do Triunfo-PR. Dissertação apresentada como requisito para à Obtenção do Grau de Mestre, Curso de Pós-Graduação em Engenharia Florestal, Sector de Ciências Agrárias; UFP., (pp. 3-17). Curitiba/Brasil.
Felfili, J. M., Carvalho, F. A., & Haidar, R. F. (2005). Manual para o Monitoramento de Parcelas Permanentes nos Biomas Cerrados e Pantanal.U.B.F.T.D.E. Brasília/Brasil: Universidade de Brasília.Faculdade de Tecnologia. Departamento de Engenharia.
Freitas, W. K., & Magalhães, L. M. (2012a). Métodos e Parâmetros para Estudo da Vegetação. Rio de Janeiro.
Freitas, W. K., & Magalhães, L. M. (Dezembro de 2012b). Métodos e Parâmetros para Estudo da Vegetação com Enfase no Estrato Árboreo. Floresta e Ambiental, 520-540.
Gomes, J. A. (2011). Diferença Florística e Estruturais entre Duas Cotas Altiduninais da Floresta Ombrófila Densa Submontana Altântica do Parque Estadual da Serra do Mar. Ubatuba-SP-Brasil: Biota Neotrop, Vol11, nº2.
Goyder, D. J., & Gonçalves, F. M. (2019). A Flora de Angola: Colectores, Riqueza e Endemismo. Capítulo 5: Biodiversidade de Angola. Luanda, Angola: Printer Portuguesa. 1ª Edição, Março de 2019.
Huntley, B. J., Beja, P., Pinto, P. V., Russo, V., Veríssimo, L., & Morais, M. (2019). Conservação da Biodiversidade: História, Áreas de Conservação E Hotspots. Luanda/Angola: Arte e Ciência.
IAP. (2014). Plano de manejo. Parâmetro fitossociológico. Brasil.
Isernhagem, I., Silva, S. M., & Galvão, F. (2011). AFitossociologia Florestal no Paraná: Listagem Bibliografica Comentada e os Programas de Recuperação de Áreas Degradadas: Uma Avaliação. Paraná/Brasil: Departamento de Botânica da Universidade Federal do Parná.
Jurgens, N., Strohbach, B., Lages, F., Schmiedel, U., Finch, M., Sichome, P., . . . Zigelski, P. (2012). Biodiversit observation - an overview of the Current State and First Result of Biodiversity Monitoring Studies. Africa do Sul: SASSCAL.
Kent, M., & Coker, P. ( 1992). Vegetation description and analysis: A Practical Approach. New York: John Wiley and Sons.
Klopper, R., Chatelain, C., V.Banninger, Habashi, C., Steyn, H., Wet, B. D., . . . Spichiger, R. (2006). Checklist of the flowering plants of Sub-Saharan Africa. An index of accepted names andd synonyms. Pretoria, South Africa: African Botanical Diversity Network Report No. 42 SABONET.
Langat, D. M. (2016). Role of Forest Resources to Local Livelihoods: The Case of East Mau Forest Ecosystem, Kenya. Kenya: International Journal of Forestry Research.
Lima, M. B. (2015). Comparação de Métodos de Amostragem na descrição Florística - Estrutural da Vegetação Arbórea em Área de Cerrda no Estado de Tocantins. Brasília: Universidade de Brasília.Faculdade de Tecnologia.Departamento de Engenharia Florestal.
Malajovich, M. A. (1999). Método dos quadrats. Brasil.
Mantovani, A., & Conte, R. (2005). Amostragem, caracterização de edtádios sucessionais na vegetação Catarinense e manejo do palmiteiro (Euterpe edulis) emRegime de rendimento sustentável. Florianópolis.
Martini, A. M., & Prado, P. I. (2010). Índices de Diversidade de Espécies. Brasil: PPGECB-UESC.
Mendelsohn, J. M., & Mendelsohn, S. (2018). Sudoeste de Angola: um retrato da terra e da vida. Windhoek.
Porto, M. L. (2008). Comunidades Vegetais e Fitossociologia: fundamentos para avaliação e manejo de ecossistemas. Porto Alegre.Brasil: UFRGS.
Rafael, M. F. (2018). Métricas de Diversidade Vegetal na Província da Huíla:Uma Solução WEBSIG.Dissertação de Informação Geográfica e Modelação Territórial Aplicado ao Ordenamento UL. IGOT. Dissertação de Mestrado Universidade de Lisboa.Instituto Geografia e Ordenamento do Território (pp. 29-32). Lisboa/Portugal: Universidade de Lisboa.
Revermann, R. (2016). Analysis of vegetation and plant diversity patterns in the Okavango Basin different spatial scales. Hamburgo.
Revermann, R., Krewenka, K. M., Schmiedel, U., Olwoch, J. M., Hlmschrot, J., & Jurgens, N. (2018). Patterns of above-ground biomass and its environmental drivers: an analysis based on plot-based survey in the dry tropical forests and woodlands of southern Africa. Hamburg: Klaus Hess Publishers.
Ryan, C. M., & Berry, N. (2018). SEOSAW Field Manual. UE.
Sanquetto, C. R. (2008). Experiência de Monitoramento no Bioma Mato Atlântico com Uso de Parcelas Permanentes. Curitiba/Brasil: Carlos Roverto Sanquetto-Universidade Federal do Paraná.
Santos, V. K. (2009). Uma Generalidade da Distribuição do Índice de Diversidade Generalizado por GOOD com Aplicação em Ciências Agrárias. Recife-PE_Brasil: Universidade Federal Rural de Pernamboco.Programa de Pós-Graduação em Biometrica e Estatística Aplicada.
sasscalweathernet. (12 de 2018). Weather stations in Angola, Botswana, Namíbia, Zâmbia, South Africa. Obtido de sasscalweathernet: http://www.sasscalweathernet.org/
Semensatto, D. L. (2009). Aplicação de Índices de Diversidade em Estudos Envolvimento Associação entre Foraminíferos e Tecamesas Recentes: Uma Breve Discussão. São Paulo-Brasil: Departamento de Geologia Aplicada, Universidade Estadual.
Silva, D. F., Cahali, A. E., Gomes, F. A., Gonçalves, F. M., & Tchamba, J. J. (2020). Características da Diversidade de Espécies do Parque Nacional do Bicuar e Implicações para a Gestão e Conservação da Biodiversidade. Lisboa, Portugal: Revista Internacional de Educação, Saúde e Ambiente 2020, vol 3, n 1, pp 46-58, ISSN 2184-4565 - htt//doi.org/10.37334/riesa.v3i1.33.
Solzmam, A. M., Corte, A. P., & Sanquetto, C. R. (2011). Aprimoramento do método h-M para Estratificação Vertical de uma Floresta com Araucária UFPR. Ciências Agrárias-Universidade Federal do Paraná/Curitiba (pp. 576-584). Paraná/Curitiba, Brasil: Revista do Sector de Ciências Agrárias e Ambientais.
Syampungani, S., Geldenhuys, C., & Chirwa, P. (2010). The use of species–stem curves in sampling the development of the Zambian miombo woodland species in charcoal production and slash-and-burn regrowth stands. South Africa: SOUTHERN FORESTS.
Tchamba, J. J. (2017). Caracterização e Cartografia da Vegetação da Região do Chipindo Província da Huíla-Angola. Universidade de Évora. Escola de Ciências e Tecnologia. Departamento de Biologia. Dissertação de Mestrado em Biologia da Conservação (pp. 23-31). Évora/Portugal: Universidade de Évora.
Teixeira, J. (1968). Carta de Vegetação (1ª Apreciação) e Memória descritiva. Parque Nacional do Bicuar. IIA de Angola. Nova Lisboa, Portugal.
Texeira, B. J. (1968). Parque nacional do bicuar. carta da vegetação (1ª aproximação) e memória descritiva. Instituto de Investigação Agronómica de Angola. Nova Lisboa.
Ubiali, J. A., & Filhos, A. F. (Dezembro de 2009). Comparação de métodos e Processos de Amostragem para estimar a Área basal para Grupos de Espécies em uma Floresta Ecotonal da Região norte matogrossense. Comparação de Métodos, pp. 305-314.
Ubiali, J. A., Filho, A. F., Machado, S. d., & Arce, J. E. (2009). Comparação de Métodos e Processos de Amostragem para Estudos Fitossociologico em uma Floresta Ecotonal na Região Norte Matogrossense. v,39 p, 511-520,. Curitiba: Revista Floresta/Brasil.
Ugland, K. I., Gray, J. S., & Ellingsen, K. E. (2003). The Species-Accumulation Curve and Estimation of Species Richness. Oslo - Norway: STOR.
Uramoto, K., M.M.Walder, J., & Zucch, R. A. (2005). Ecology, Behavior and Bionomics. Campus, Piracicaba, SP, Brazil: Neotropical Entomology.
Uramoto, K., Walder, J. M., & Zucchi, R. A. (2009). Análise Quantitativa e Distribuição da População de Espécies de Anastrepha. Picacicaba.SP-Brasil: Neotrofical Entomology.
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Scientific journal of the ISCED-Huíla

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
![]()
Este artigo está licenciado sob a licença: Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License. Ao submeter o manuscrito o autor está ciente de que os direitos de autor passam para a Revista Científica do ISCED-Huíla.


1.png)
Esta revista está licenciada sob a licença: