Revista Científica do ISCED-Huíla  
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O tratamento de séries para o asseguramento das somas  
de Riemann  
The Treatment of Series for the Verification of Riemann Sums  
El Tratamiento de Series para el Aseguramiento de las Sumas de Riemann  
Boaventura Beleza dos Santos Nolasco1  
Instituto Superior de Ciências da Educação da Huíla, Angola  
Resumo  
푛
푖
∑
A abordagem sobre o tratamento das séries da forma 푖=1 푥 surge pela necessidade de que os  
estudantes do 1º Ano dos cursos em Ensino e Investigação de Matemática, Física e Química do  
Instituto Superior de Ciências da Educação da Huíla, têm dificuldades em desenvolvê-la para  
푛
∑
assegurar o cálculo de áreas pelas somas de Riemann, 퐴 = lim 푖=1 푓(푥푖)훥푥 e compará-la com  
푛→∞  
[
]
a área delimitada pela curva 푦 = 푓(푥) e o eixo dos 푋푋, no intervalo 푎, 푏 , designada por;  
Maiúscula퐴 = ꢀ 푓(푥)푑푥 . O objectivo da pesquisa visa elaborar elementos como as séries da  
∫
ꢁ
푛
푛
∑
forÉa 푖=1 푥 , de garantir o asseguramento do tratamento das somas de Riemann. A pesquisa  
é do tipo descritivo, com pendor qualitativo, pelo facto de incidir sobre revisão documental e  
exploração de dados informais resultantes da interacção entre docentes e discentes. As  
informações garantiram a falta de abordagem do tipo de séries, o que dificulta o tratamento  
das somas de Riemann e sua evolução para o Método da Exaustão. Neste contexto, impõe-se  
uma Didáctica da Matemática que postula o princípio da sistematicidade lógica e sequencial  
푛
푖
∑
de conteúdos onde se pode abordar; i) As somas das séries da form  
푖=1 푥 , ii) O cálculo de  
áreas pelas somas de Riemann e iii) O Cálculo de áreas pelo método da exaustão. Desta feita, o  
artigo faz inicialmente uma abordagem acerca das somas de n primeiros termos de séries;  
aritmética, de quadrados de termos, de cubos de termos e assim sucessivamente.  
Palavras-chave: Asseguramento, Séries, Somas de Riemann.  
Abstract  
The approach to the treatment of series of the form arises from the need for students in the 1st  
year of the programs in Mathematics, Physics, and Chemistry Education and Research at the  
Higher Institute of Educational Sciences of Huíla, who have difficulties in developing it in order  
푛
∑
to ensure the calculation of areas by means of Riemann sums, 퐴 = lim 푖=1 푓(푥푖)훥푥ꢂ, and  
푛→∞  
comparing it with the area bounded by the curve 푦 = 푓(푥) and the 푋푋 axis, in the interval [푎, 푏],  
푛
푖
∑
The research aims is to develop elements such as series of the form 푖=1 푥 ꢂ, in order to ensure  
the treatment of Riemann sums. The research is descriptive, with a qualitative approach, since  
it focuses on documentary review and the exploration of informal data resulting from  
interaction between teachers and students. The information confirmed the lack of an approach  
to this type of series, which makes it difficult to deal with Riemann sums and their evolution  
1 Doutor em Geometria Diferencial pela Universidade da Beira Interior. Docente do Instituto Superior de  
Ciências da Educação da Huila.  
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into the Exhaustion Method. In this context, a Didactics of Mathematics is required that  
postulates the principle of logical and sequential systematicity of contents, where the following  
푛
∑
may be addressed: i) sums of series of the form 푖=1 푥푖ꢂ, ii) the calculation of areas by Riemann  
sums, and iii) the calculation of areas by the method of exhaustion. Thus, the article initially  
addresses the sums of the first ꢃn termsof series: arithmetic, squares of terms, cubes of terms,  
and so on.[1]  
Keywords: Assurance, Series, Riemann sums.  
Resumen  
El enfoque sobre el tratamiento de las series de la forma surge por la necesidad de que los  
estudiantes del 1.º año de las carreras de Enseñanza e Investigación de Matemática, Física y  
Química del Instituto Superior de Ciencias de la Educación de Huíla tengan dificultades para  
desarrollarla con el fin de asegurar el cálculo de áreas mediante s sumas de Riemann,É퐴 =  
푛
∑
lim 푖=1 푓(푥푖)훥푥ꢂ, y compararla con el área delimitada por la curva 푦 = 푓(푥) y el eje 푋푋, en el  
푛→∞  
intervalo [푎, 푏], designada por 퐴 = ꢀ 푓(푥) 푑푥ꢂ. El objetivo de la investigación es elaborar  
∫
ꢁ
푛
푖
∑
elementos como las series de la forma 푖=1 푥 ꢂ, para garantizar el tratamiento de las sumas de  
Riemann. La investigación es de tipo descriptivo, con enfoque cualitativo, por incidir sobre la  
revisión documental y la exploración de datos informales resultantes de la interacción entre  
docentes y discentes. La información confirmó la falta de abordaje de este tipo de series, lo que  
dificulta el tratamiento de las sumas de Riemann y su evolución hacia el Método de  
Agotamiento. En este contexto, se impone una Didáctica de la Matemática que postule el  
principio de sistematicidad lógica y secuencial de los contenidos, donde se puede abordar: i)  
푛
∑
las Émas de series de la forma =1 푥푖ꢂ, ii) el cálculo de áreas mediante las sumas de Riemann y  
iii) el cálculo de áreas por el método de agotamiento. De este modo, el artículo aborda  
inicialmente las sumas de los primeros ꢃtérminosde series: aritméticas, de cuadrados de  
términos, de cubos de términos y así sucesivamente.[1]  
Palabras clave: Aseguramiento, Series, Sumas de Riemann.  
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Introdução  
Esta secção visa apresentar os elementos do asseguramento do nível de partida na  
abordagem do conteúdo, Somas de Riemann, aqueles que vão servir de suporte ao  
tratamento das referidas somas.  
A preocupação prende-se com o facto de terem sido constatadas dificuldades da parte  
dos estudantes em relação ao conhecimento acerca da soma de n primeiros termos de  
uma série, partindo de estudos feitos ao nível de sucessões: aritmética, geométrica,  
geométrico-aritmética e outras. A nível do ISCED-Huíla, as unidades curriculares de  
Análise Matemática I e II são dadas no 1º ano dos cursos de Ensino e Investigação de  
Matemática, Física, Informática-Educativa e de Química. Entre os conteúdos  
programáticos da disciplina consta o conteúdo programático sobre o “ Cálculo de áreas  
pelo Método da Exaustão”.  
A questão fundamental da nossa investigação prende-se com o facto de os conteúdos  
sobre as somas de Riemann não estarem integrados no programa das cadeiras em  
referência, uma vez que constituem um grande suporte ao cálculo de áreas pela  
integração.  
As somas de Riemann implicam o tratamento de séries para daí deduzir-se o termo  
geral da soma de n primeiros termos, para ser aplicado na soma de Riemann. Neste  
sentido, consideramos que as somas de Riemann devem servir de base ao cálculo de  
áreas. Em termos sequenciais nos programas curriculares, consideramos que o cálculo  
de áreas deve ser dado a posteriori às somas de Riemann, pois tem a função de  
confirmar o resultado das somas de Riemann.  
O tratamento de séries e suas demonstrações constitui uma boa base de asseguramento  
do nível de partida para a ministração das somas de Riemann e estas como base no  
cálculo de áreas por integração.  
Construção de saberes  
O processo de ensino e aprendizagem é actualmente caracterizado pelo sistema de  
construção de saberes, uma vez que pressupõe a interacção dos intervenientes no  
processo docente-educativo, com o intuito de se garantir a transmissão e assimilação  
de conhecimento por parte do docente e estudante, respectivamente.  
A construção de saberes refere-se ao enfoque de Piaget, citado por Nolasco (2009), que  
diz que o conhecimento resulta da simbiose entre a corrente racionalista e a corrente  
empirista. Este processo resulta da questão de que os racionalistas julgavam que a  
razão por si só produzia conhecimentos e o método da ciência era o dedutivo, enquanto  
que os empiristas defendiam o argumento de que o conhecimento era resultado da  
experiência e o método da ciência era o indutivo. Destas posições antagónicas, Piaget  
investigou pormenorizadamente e chegou a conclusão de que nem a primeira e nem a  
segunda, mas sim a fusão das duas correntes; a corrente racionalista e a corrente  
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empirista.  
O enfoque de Piaget, encoraja o pesquisador a pautar por;  
푛
푖
∑
i)  
Tratamento de séries da forma 푖=1 푥 ,  
ii)  
Tratamento das somas de Riemann no cálculo de áreas, formadas pela curva  
푦 = 푓(푥) e pelo eixo dos XX e  
iii)  
Tratamento do cálculo de áreas pela integração.  
Os itens anteriores manifestam os eixos temáticos que devem ser desenvolvidos desde  
as séries, passando pelas somas de Riemann até ao cálculo de áreas pela integração.  
Este processo evidencia a construção de conhecimentos que se faz de forma  
escalonada.  
O estudo de séries, parte do estudo de sucessões cuja disposição de termos é dada por;  
푢1, 푢2, 푢3,∙∙∙, 푢푛−3, 푢푛−2, 푢푛, 푢푛+1, 푢푛+2, 푢푛+3,∙∙∙  
Esta sucessão de termos infinitos mostra que os estudantes antes de se referirem a ela  
devem mostrar o domínio da teoria de conjuntos numéricos (naturais, inteiros,  
racionais, irracionais e reais), para terem a noção geral da progressão dos termos, para  
além de outras operações envolvidas, no tratamento de sucessões.  
De sucessões, pode-se obter a série S, cuja notação é:  
푆 = 푢1 + 푢2 + 푢3 +∙∙∙ + 푢푛−3 + 푢푛−2 + 푢푛 + 푢푛+1 + 푢푛+2 + 푢푛+3 +∙∙∙  
A soma anterior também pode ser expressa em;  
∞
푆 = 푢1 + 푢2 + ∙∙∙ + 푢푛−2 + 푢푛 + 푢푛+1 + 푢푛+2 +∙∙∙= ∑ 푈푛  
푛=1  
Por uma questão de orientação pedagógica, é importante referir que em alguns  
manuais utiliza-se a notação de índice ꢄ, No somatório, isto é:  
∞
푆 = 푢1 + 푢2 + ∙∙∙ + 푢푛−2 + 푢푛 + 푢푛+1 + 푢푛+2 +∙∙∙= ∑ 푢푖  
푖=1  
Não obstante apenas a soma 푆, é necessário que os alunos tenham o domínio da soma  
dos primeiros termos da série, isto é, a soma que vai desde o primeiro termo (푢1) até  
ao n-ésimo termo (푢푛).) Matematicamente, escreve-se:  
푛
푆푛 = 푢1 + 푢2 + ∙∙∙ + 푢푛−2 + 푢푛 = ∑ 푢푖  
푖=1  
A soma de n primeiros termos é tão importante porque gera a natureza da soma infinita  
de termos (S), se é convergente ou divergente. Para tal, obedece à fórmula;  
푀푎ꢄú푠푐푢푙푎 푆 é ꢄ푔푢푎푙 푎 푙ꢄ푚ꢄ푡푒 푐표푚표 ꢃ 푎푡é 푎 ꢄꢃ푓ꢄꢃꢄ푡표 푑푒 푚푎ꢄú푠푐푢푙푎 푆 ꢄꢃ푓푒푟ꢄ표푟 à 푙ꢄꢃℎ푎 ꢃ푆  
= lim 푆푛 = 푎  
푛→∞  
Se for real, a série S é convergente.  
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Se for ±∞, a série S é convergente.  
Algumas propriedades de séries, para todo e qualquer 푘 ∈ 푁, ꢄ ∈ 푁 푒 ꢃ ∈ 푁:  
푛
∑
1)  
2)  
3)  
푖=1 푘 = 푘ꢃ  
푛
푛
푛
∑
∑
∑
∑
∑
푖=1(푎푖 + 푏푖) = 푖=1 푎푖 +  
푖=1 푏푖  
푛
푛
푛
∑
푖=1(푎푖 − 푏푖) = 푖=1 푎푖 −  
푖=1 푏푖  
푛
푛−1 푎푛  
∑
푖=1  
∑
4) 푖=1 푎푖 = 푎푛 +  
Tratamento de algumas séries  
O tratamento de séries que levamos a cabo parte dos termos de uma dada sucessão 푈푛,  
cuja soma dos mesmos venha garantir um termo geral da referida soma. Assim, as  
sucessões que conduzem às séries, a estudar, são de natureza diversificada onde se  
constata sucessões; aritméticas, geométricas, geométrico-aritméticas e outras com  
especificidade de tratamento próprio.  
Neste contexto, aferem-se as seguintes definições:  
Definição 1: Sucessão — é toda a sequência de termos que obedece uma certa ordem  
e denota-se por;  
푢1, 푢2, 푢3, … , 푢푛−1, 푢푛, 푢푛+1, … (1)  
Desta sucessão identifica-se o termo geral ,푢푛 ou seja o termo de ordem n ou ainda o  
n-ésimo termo, segundo Nolasco (2019).  
Definição 2: Série é a soma infinita de termos de uma dada sucessão, segundo  
Nolasco (2019). Denota-se por;  
∞
∑
푆 = 푢1 + 푢2 + 푢3 + … + 푢푛−1 + 푢푛 + 푢푛+1 + ⋯ = 푛=1 푢푛  
(2)  
,Da relação (2), pode-se deduzir a soma de n primeiros termos que se denota por 푆푛 ,  
que garante a soma desde o primeiro termo 푢1 até ao n-ésimo termo 푢푛, isto é,  
푛
∑
푆 = 푢1 + 푢2 + 푢3 + … + 푢푛−1 + 푢푛 = 푛=1 푢푛 (3)  
Séries de diferentes sucessões e suas demonstrações  
Pretende-se abordar séries de progressões aritméticas e geométricas, séries  
geométrico-aritméticas e outras com especificidade própria.  
Definição 3: Série aritmética — é toda a soma infinita de termos de uma  
progressão aritmética. Denota-se por:  
∞
∑
푆 = 푢1 + 푢2 + 푢3 + … + 푢푛−1 + 푢푛 + 푢푛+1 + ⋯ = 푛=1 푢푛  
(4)  
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Como a progressão aritmética é dada por disposição de termos em que a diferença  
entre um termo qualquer e o seu precedente é constante, a relação (4) toma a forma:  
푆 = 푢1 + (푢1 + 푟) + (푢1 + 2푟) + … + (푢1 + (ꢃ − 2)푟) + (푢1 + (ꢃ − 1)푟) + (푢1 + (ꢃ푟) +  
∞
∑
⋯ = 푛=1 푢푛  
(5).  
Da relação (5), pode-se deduzir que o termo geral da progressão aritmética é:  
푢푛 = 푢1 + (ꢃ − 1)푟, sendo r, a razão da referida progressão.  
Tencionando fazer uma restrição para a soma de n primeiros termos, a relação (4)  
transforma-se em:  
푛
푆푛 = 푢1 + 푢2 + 푢3 + … + 푢푛−1 + 푢푛 = ∑ 푢푛  
푛=1  
Assumindo a forma da relação (5), tem-se:  
푛
∑
푆푛 = 푢1 + (푢1 + 푟) + (푢1 + 2푟) + … + (푢1 + (ꢃ − 2)푟) + (푢1 + (ꢃ − 1)푟) = 푛=1 푢푛 (6).  
Da relação (6), se pode demonstrar que a soma de n primeiros termos de uma  
progressão aritmética é:  
(
)
ꢃ
푢1 + 푢푛  
푆푛 =  
2
Sendo a relação (6) da soma de n primeiros termos da progressão aritmética tem-se;  
푆푛 = 푢1 + (푢1 + 푟) + (푢1 + 2푟) + … + (푢1 + (ꢃ − 3)푟)+(푢1 + (ꢃ − 2)푟) + (푢1 + (ꢃ −  
1)푟)  
(7)  
Invertendo a ordem das parcelas da relação anterior, vem:  
(
)
푆푛 = (푢1 + (ꢃ − 1)푟) + (푢1 + (ꢃ − 2)푟) + (푢1 + (ꢃ − 3)푟) … + (푢1 + 2푟) + 푢1 + 푟 + 푢1  
(8)  
Procedendo a soma de (7) e (8) vem:  
[
]
[
(
)]  
[
푆푛 + 푆푛 = (푢1 + (ꢃ − 1)푟) + 푢1 + (푢1 + (ꢃ − 2)푟) + 푢1 + 푟 + (푢1 + (ꢃ − 3)푟) + 푢1 +  
]
[
]
2푟 + . . . + (푢1 + (ꢃ − 3)푟) + 푢1 + 2푟 + ⌈(푢1 + (ꢃ − 2)푟) + 푢1 + 푟⌉ + ⌈(푢1 + (ꢃ − 1)푟) + 푢1⌉.  
É sabido que a soma de termos equidistantes é igual à soma dos extremos na  
progressão aritmética.  
2푆푛 = (2푢1 + (ꢃ − 1)푟) + (2푢1 + (ꢃ − 1)푟) + (2푢1 + (ꢃ − 1)푟) + . . . + (2푢1 + (ꢃ − 1)푟)  
+ (2푢1 + (ꢃ − 1)푟) + (2푢1 + (ꢃ − 1)푟)  
Como se tem n parcelas de (2푢1 + (ꢃ − 1)푟), a soma anterior toma a forma:  
(2푢1 + (ꢃ − 1)푟)ꢃ  
2푆푛 = (2푢1 + (ꢃ − 1)푟)ꢃ ⇒ 푆푛 =  
2
(
)
(
)
Sabendo que 푢푛 = 푢1 + ꢃ − 1 푟 ⟹ ꢃ − 1 푟 = 푢푛 − 푢1, a relação anterior escreve-se:  
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(
)
ꢃ
푢1 + 푢푛  
푆푛 =  
(9)  
2
Como se pretendía demostrar.  
das parcelas convertidas em produtos de dois factores, os primeiros factores estão em  
progressão aritmética, de termo geral ꢃ, e os segundos factores estão em progressão  
geométrica de termo geral 푞푛.  
푛
푖=1  
푥푖  
∑
ApresentaçÉ de séries na forma  
Parte-se da série aritmética;  
∞
1 + 2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ + ⋯ = ∑ ꢃ  
푛=1  
A soma de n primeiros termos calcula-se pela fórmula ;  
(
)
ꢃ
푢1 + 푢푛  
ꢃ(1 + ꢃ)  
푆푛 =  
=
2
2
Desta feita confirma-se o resultado obtido.  
2
2
2
2
∞
2
∑
a) 푆 = 1 + 2 + 3 + … + ꢃ + ⋯ = 푛=1 ꢃ .  
Segundo Cardoso, Szymánski & Rostami (2009), tem-se:  
푠1 = 1  
푠2 = 5  
푠3 = 14  
……………  
……………..  
…………….  
푆푛 = 12 + 22 + 32 + … + ꢃ2  
Multiplicando as três primeiras somas parciais por 6, vem:  
6푠1 = 6 = 1.2.3  
6푠2 = 30 = 2.3.5  
6푠3 = 84 = 3.4.7  
……………  
……………..  
…………….  
퐼ꢃ푓푒푟ꢄ표푟6푆푛 = ꢃ. (ꢃ + 1)(2ꢃ + 1)  
Das primeiras somas parciais multiplicadas por 6, os produtos de três factores são tais  
que os primeiros factores estão em progressão aritmética de termo geral ꢃ, os segundos  
factores estão em progressão aritmética de termo geral ꢃ + 1 e os terceiros factores  
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estão em progressão aritmética de termo geral 2ꢃ + 1, segundo Cardoso, Szymánski &  
Rostami (2009). Este processo justifica o produto de 6 pela soma de n primeiros  
termos que se consubstancia por:  
1
(
)(  
)
(
)( )  
퐼ꢃ푓푒푟ꢄ표푟6푆푛 = ꢃ. ꢃ + 1 2ꢃ + 1 ⇒ 푆푛 =  
ꢃ. ꢃ + 1 2ꢃ + 1  
6
3
3
3
3
∞
3
∑
b) 푆 = 1 + 2 + 3 + … + ꢃ + ⋯ = 푛=1 ꢃ  
A soma de n primeiros termos vai ser obtida pelas somas parciais,  
푠1 = 1 = 12  
푠2 = 9 = 32  
푠3 = 36 = 62  
……………  
……………..  
…………….  
푆푛 = 13 + 23 + 33 + … + ꢃ3  
Sendo as somas parciais, os quadrados das somas parciais de  
∞
∑
1 + 2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ + ⋯ =  
푛=1 ꢃ ,  
cuja soma, de n primeiros termos é ;  
(
)
푛
ꢅ +ꢅ  
푛(1+푛)  
.
2
1
ꢆ
푆푛 =  
=
2
A referida soma de n primeiros termos assume a condição,( Cardoso, Szymánski &  
Rostami;2009);  
2
2
2
푆푛 = 13 + 23 + 33 + … + ꢃ3 = [푛(1+푛)] =  
,
푛 (푛+1)  
2
4
4
4
4
4
∞
4
∑
c) 푆푛 = 1 + 2 + 3 + … + ꢃ + ⋯ = 푛=1 ꢃ  
Desta série, a soma de n primeiros termos é dada por (Leithold, 1994).  
3
2
(
)
ꢃ ꢃ + 1 (6ꢃ + 9ꢃ + ꢃ − 1)  
푆푛 = 14 + 24 + 34 + … + ꢃ4 =  
30  
Outras formas de demonstrações de somas de n primeiros termos de potências  
1)Demonstração da soma de n primeiros termos de números naturais  
푆푛 = 1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ  
Partamos de potências de expoente dois, na segunda parcela.  
2
= 12 + 2.1.1 + 1  
(
1 + 1  
)
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2
= 22 + 2.2.1 + 1  
(
2 + 1  
)
2
2
= 32 + 2.3.1 + 1  
= 42 + 2.4.1 + 1  
⋮
(
)
)
3 + 1  
(
4 + 1  
2
ꢃ + 1  
= ꢃ2 + 2. ꢃ. 1 + 1  
(
)
Somando membro a membro vem:  
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
(
)
(
)
2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ + ꢃ + 1  
= 1 + 2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ  
+
+ 2(1 + 2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ) + (1 + 1 + 1 + 1 + ⋯ + 1)  
Simplificando os termos do Membro Esquerdo com os da primeira parcela do Membro  
Direito, vem:  
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
(
)
2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ + ꢃ + 1 −1 − 2 − 3 − 4 − ⋯ − ꢃ =  
+ 2푆푛 + (1 + 1 + 1 + 1 + ⋯ + 1)  
Sendo; 1 + 2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ = 2푆푛 푒 1 + 1 + 1 + 1 + ⋯ + 1 = ꢃ  
ꢃ + 1 2 − 1 = 2푆푛 + ꢃ  
(
)
ꢃ2 + 2ꢃ + 1 − 1 − ꢃ = 2푆푛  
1
푆푛 = ꢃ(ꢃ + 1)  
2
Demonstração da soma de n primeiros termos quadrados  
푆푛 = 12 + 22 + 32 + 42 + ⋯ + ꢃ2  
Partamos de potências de expoente três, na segunda parcela.  
3
3
2
3
= 1 + 3. 1 . 1 + 3.1.1 + 1 2 + 1  
= 23 + 3. 22. 1 + 3.2.1 + 1  
(
1 + 1  
)
(
)
3
(
)
2 + 1  
3 + 1  
(
= 23 + 3. 22. 1 + 3.2.1 + 1  
3
= 33 + 3. 32. 1 + 3.3.1 + 1  
(
)
3
= 43 + 3. 42. 1 + 3.4.1 + 1  
)
퐴푏푟푒 4 + 1  
⋮
3
(
)
ꢃ + 1  
= ꢃ3 + 3. ꢃ2. 1 + 3. ꢃ. 1 + 1  
Somando membro a membro vem:  
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
(
)
(
)
2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ + ꢃ + 1  
= 1 + 2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ  
+
+ 3(12 + 22 + 32 + 42 + ⋯ + ꢃ2) + 3(1 + 2 + 3 + … + ꢃ) + (1 + 1 + 1 + … + 1)  
Passando a primeira parcela para o membro esquerdo e sendo,  
푆푛 = 12 + 22 + 32 + 42 + ⋯ + ꢃ2  
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vem:  
3
3
(
)
(
)
ꢃ + 1  
= 1 + 3푆푛 + ꢃ ꢃ + 1 + ꢃ  
2
Multiplicando a relação anterior por 2, vem:  
3
3
(
)
(
)
2(ꢃ + 1) = 2 + 6푆푛 + 3ꢃ ꢃ + 1 + 2ꢃ2(ꢃ + 1) = 6푆푛 + 3ꢃ ꢃ + 1 + 2(ꢃ + 1)  
3
(
)
2(ꢃ + 1) = 6푆푛 + ꢃ + 1 (3ꢃ + 2)  
3
(
)
6푆푛 = 2(ꢃ + 1) − ꢃ + 1 (3ꢃ + 2)  
6푆푛 = (ꢃ + 1)(2ꢃ2 + 4ꢃ + 2 − 3ꢃ − 2)  
1
푆푛 = ꢃ(ꢃ + 1)(2ꢃ + 1)  
6
Demonstração da soma de n primeiros termos ao cubo  
푆푛 = 13 + 23 + 33 + 43 + ⋯ + ꢃ3  
Partamos de potências de expoente quatro, na segunda parcela.  
4
6,1 1 + 1  
= 14 + 4. 13. 1 + 6. 12. 1 + 4.1.1 + 1  
= 24 + 4. 23. 1 + 6. 22. 1 + 4.2.1 + 1  
= 34 + 4. 33. 1 + 6. 32. 1 + 4.3.1 + 1  
= 44 + 4. 43. 1 + 6. 42. 1 + 4.4.1 + 1  
⋮
(
)
)
)
)
4
4
4
(
6,2 2 + 1  
(
6,3 3 + 1  
(
6,4 4 + 1  
4
(
)
ꢃ + 1  
= ꢃ4 + 4. ꢃ3. 1 + 6. ꢃ2. 1 + 4ꢃ. 1 + 1  
Somando membro a membro e passando a primeira parcela do membro direito para o  
esquerdo, vem:  
ꢃ + 1 4 − 1 = 4푆푛 + ꢃ(ꢃ + 1)(2ꢃ + 1) + + 2ꢃ(ꢃ + 1) + ꢃ  
Tendo em consideração que;  
(
)
1
푆푛 = 12 + 22 + 32 + 42 + ⋯ + ꢃ2 = ꢃ ꢃ + 1 2ꢃ + 1  
(
)(  
)
6
vem:  
4
(
)
(
)(  
)
ꢃ + 1  
− 1 − ꢃ − ꢃ ꢃ + 1 2ꢃ + 1 − 2ꢃ(ꢃ + 1) = 4푆푛  
4
(
)
(
)(  
)
ꢃ + 1  
− (ꢃ + 1) − ꢃ ꢃ + 1 2ꢃ + 1 − 2ꢃ(ꢃ + 1) = 4푆푛  
3
[
(
)
]
(ꢃ + 1) (ꢃ + 1) − ꢃ 2ꢃ + 1 − 2ꢃ − 1  
푆푛 =  
4
2
2
[
(
)]  
(ꢃ + 1) (ꢃ + 1) − 2ꢃ + 1  
푆푛 =  
4
ꢃ2(ꢃ + 1)2  
푆푛 =  
4
Demonstração da soma de n primeiros termos de potências de expoente quatro  
푆푛 = 14 + 24 + 34 + 44 + ⋯ + ꢃ4  
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Partamos de potências de expoente cinco,  
5
= 15 + 5. 14. 1 + 10. 13. 1 + 10. 12. 1 + 5.1.1 + 1  
(
)
10,1 1 + 1  
5
(
(
(
)
)
)
2 + 1  
3 + 1  
4 + 1  
= 25 + 5. 24. 1 + 10. 23. 1 + 10. 22. 1 + 5.2.1 + 1  
5
5
= 35 + 5. 34. 1 + 10. 33. 1 + 10. 32. 1 + 5.3.1 + 1  
= 45 + 5. 44. 1 + 10. 43. 1 + 10. 42. 1 + 5.4.1 + 1  
⋮
5
= ꢃ5 + 5. ꢃ4. 1 + 10. ꢃ3. 1 + 10ꢃ2. 1 + 5. ꢃ. 1 + 1  
(
ꢃ + 1  
)
Passando a primeira parcela do membro direito para o esquerdo vem:  
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
(
)
(
)
2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ + ꢃ + 1  
= 1 + 2 + 3 + 4 + ⋯ + ꢃ  
+ 5푆푛 +  
3
3
3
3
2
2
2
2
(
)
(
)
(
)
10 1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ  
+ 10 1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ  
+ 5 1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ + (1 + 1 + 1  
+ ⋯ + 1)  
5
5
5
5
= 1 + 5푆푛 + ꢃ2(ꢃ + 1)2 + ꢃ ꢃ + 1 2ꢃ + 1 + ꢃ ꢃ + 1 + ꢃ  
(
ꢃ + 1  
)
(
)(  
)
(
)
2
3
2
5
2
2
(
)
(
)(  
)
(
)
6 ꢃ + 1  
= 6 + 30푆푛 + 15ꢃ (ꢃ + 1) + 10ꢃ ꢃ + 1 2ꢃ + 1 + 15ꢃ ꢃ + 1 + 6ꢃ  
5
2
(
)
[
(
)
(
)
]
30푆푛 = 6 ꢃ + 1  
− (ꢃ + 1) 15ꢃ ꢃ + 1 + 10ꢃ 2ꢃ + 1 + 15ꢃ + 6  
4
3
2
2
[ (  
)
]
− (15ꢃ + 15ꢃ + 20ꢃ + 10ꢃ + 15ꢃ + 6)  
30푆푛 = (ꢃ + 1) 6 ꢃ + 1  
4
3
2
3
2
[
]
30푆푛 = (ꢃ + 1) 6ꢃ + 24ꢃ + 36ꢃ + 24ꢃ + 6 − 15ꢃ − 35ꢃ − 25ꢃ − 6  
1
푆푛 =  
ꢃ(ꢃ + 1)(6ꢃ3 + 9ꢃ2 + ꢃ − 1)  
30  
Assim , sucessivamente o processo segue para outras potências de expoentes maiores que  
quatro.  
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Somas de Riemann  
Para se efectuar as somas de Riemann, no cálculo de áreas, deve-se ter de antemão a  
noção de partição de um dado intervalo, a noção de resolução de limites pelo facto de  
que, se a partição do intervalo for feita por número n suficientemente grande, com n  
até a infinito, aplica-se a noção do limite.  
[
]
O processo de partição do intervalo 푎, 푏 por ꢃ subintervalos iguais garante um  
conjunto de rectângulos abaixo da curva ou acima da cuFecha) com o eixo dos 푋푋 ,  
tendo cada rectângulo por base ∆푥 푒 푎푙푡푢푟푎 푓(푥푖), perfazendo uma área de; ∆푥. 푓(푥푖).  
A soma das áreas dos referidos rectângulos por baixo da curva ou acima de 푦 = 푓(푥),  
[
]
no intervalo 푎, 푏 , converge a área formada pela curva e pelo eixo dos 푋푋 no referido  
intervalo, isto é, a área resultante dos rectângulos pode ser maior ou menor, conforme  
se encontre um pouco acima ou abaixo da curva, respectivamente. Neste sentido, a área  
é aproximada da curva.  
Para se visualizar a área formada pelos rectângulos, apresenta-se o gráfico abaixo,  
[
]
manifestando a área formada pela curva 푦 = 푓(푥), pelo eixo dos,푋푋, no intervalo 푎, 푏 .  
menos 1 fim de inferior à linha, x inferior à linha i, fecha parêntese reto .  
[
]
Então,, abre Definição 5: Suponha que a função seja contínua no intervalo 푎, 푏  
[
]
com 푓(푥) ≥ 0 para todo 푥 ∈ 푎, 푏 e seja 푅 a região limitada pela curva 푓(푥) e pelo eixo  
[
]
dos 푋푋 e as rectas 푥 = 푎 푒 푥 = 푏. Do intervalo 푎, 푏 , particione-se em ꢃ subintervalos  
ꢀ−ꢁ  
[
]
iguais de comprimento ∆푥 =  
. Denote-se o i-ésimo subintervalo por 푥푖−1, 푥푖 . Então  
푛
a medida da área da região R é dada por:  
푛
∑
( )  
퐴 = lim  
푛→∞  
푖=1 푓 푥푖 ∆푥 푥푖 = 푎 + ꢄ∆푥, segundo Leithold (1994).  
Da definição quando se conhece numericamente o valor de n dada uma região limitada  
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( )  
[
]
p,l curva 푦 = 푓 푥 em 푎, 푏 , pode-se de imediato se calcular a soma de Riemann sem  
passar por limite.  
( )  
[
]
Por exemplo: 1- Dada a relimitada por 푓 푥 = 1 푒푚 0,2 , ꢃ = 4 e pelo eixo dos 푋푋,  
determine a soma de Riemann.  
Figura 3: Divisões da área em 4 rectângulos.  
4
∑
A
área  
é
determinada  
da  
seguinte  
forma;  
퐴 = 푖=1 푅푖 = 푅1 + 푅2 + 푅3 +  
2−0  
1
2
( )  
푅4푀푎ꢄú푠푐푢푙푎푅푖 = 푓 푥푖 . ∆푥, ∆푥 =  
( )  
, 푥푖 = 0 + ꢄ∆푥 푒 푓 푥푖 = 1  
=
4
1
1
2
1
1
1
1
2
1
푒 푅4 = 1. =  
2
1
2
푅1 = 1. =  
, 푅2 = 1. = , 푅3 = 1. =  
2
4
2
2
2
1
2
1
1
1
2
퐴 = 푅 = ∑ 푅푖 =  
+ + +  
= 2푢2(푢2: 푢ꢃꢄ푑푎푑푒푠 푑푒 á푟푒푎)  
2
2
푖=1  
Pela integração ter-se-ia:  
2
( )2  
푅 = ∫ 1푑푥 = 푥  
= 2푢2  
0
0
A resolução pela integração confirma a soma de Riemann.  
2-Determine a área, pela soma de Riemann, limitada por;  
( )  
[
]
푓 푥 = 푥 + 1 ꢃ표 ꢄꢃ푡푒푟푣푎푙표 1,2 .  
2−1  
푛
1
Os subintervalos, em pontos 푥푖 , são dados pelo tamanho: ∆푥 =  
= 푛, 푥푖 = 푎 + ꢄ∆푥 =  
푖
2푛+푖  
푛
1 + 푛 = 푛+푖 , 푓 (푛+푖) = 푛+푖 + 1 =  
.
푛
푛
푛
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푖
2푛+푖) . 푛 =  
푛
푛
푖=1  
∑
( )  
∑
푛
Assim área é dada por: 퐴 = lim  
푖=1 푓 푥푖 ∆푥 = lim  
(
푛
푛→∞  
푛→∞  
푛
푛
(
)
∑ 2ꢃ + ꢄ = (∑ 2ꢃ + ∑ ꢄ )  
푖=1 푖=1 푖=1  
푛
푛
2
(
)
∑ 2ꢃ = 2ꢃ ∑ 1 = 2ꢃ 1 + 1 + 1 + ⋯ + 1 = 2ꢃ  
푖=1 푖=1  
푛
1
2
푆표푚푎푆표푚푎 ∑ ꢄ = 1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ =  
ꢃ. (ꢃ + 1)  
푖=1  
ꢃ
[2ꢃ ∑ 1 + (1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ) ]  
ꢄ=1  
[
]
(1 + 1 + 1 + ⋯ + 1) + (1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ)  
푛
(
)
ꢃ + 1 ꢃ  
5ꢃ2 + ꢃ  
2
(
)
∑ 2ꢃ + ꢄ = [2ꢃ +  
] =  
2
2
푖=1  
푛
푛
2ꢃ + ꢄ  
ꢄ
( )  
퐴 = lim ∑ 푓 푥푖 ∆푥 = lim ∑ (  
) .  
푛→∞  
푛→∞  
ꢃ
ꢃ
푖=1  
푖=1  
5ꢃ2 + ꢃ  
5
퐴 = lim  
=
푢2  
2ꢃ2  
2
푛→∞  
Pela resolução via integral tem-se:  
2
푥2  
1
3
2
5
퐴 = ∫ (푥 + 1) 푑푥 = (  
+ 푥)12 = 2 + 2 − − 1 = 4 −  
=
푢2  
2
2
2
1
Assim, vê-se o confirmar de operações.  
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[
]
Figura 4: Gráfico da ára limitada por 푦 = 0, 푦 = 푥 + 1, 푒푚 1,2 .  
Desta feita, acede-se a um conjunto de exercícios, pelas somas de Riemann, nos  
intervalos expressos com as suas respectivas linhas de limitação que fazem as regiões.  
Determine as somas de Riemann, delineadas pelas regiões abaixo nos seus respectivos  
intervalos:  
2
( )  
[
]
[
]
a)푓 푥 = 푥 , 1, 2 e pelo eixo dos XX em 1,2  
3
( )  
[
]
[
]
b) 푓 푥 = 푥 , 1, 2 e pelo eixo dos XX em 1,2  
4
( )  
[
]
[
]
)푓 푥 = 푥 , 1, 2 e pelo eixo dos XX em 1,2  
2−1  
푛
1
푖
푛+푖  
푛
Para a) vem: ∆푥 =  
= 푛, 푥푖 = 푎 + ꢄ∆푥 = 1 + 푛 =  
ꢃ + ꢄ  
ꢃ2 + 2ꢄꢃ + ꢄ2  
푓 (  
) =  
ꢃ
ꢃ2  
푛
푛
ꢃ2 + 2ꢄꢃ + ꢄ2  
1
1
ꢃ3  
퐴 = ∑  
∙
=
∑(ꢃ2 + 2ꢄꢃ + ꢄ2)  
ꢃ2  
ꢃ
푖=1  
푖=1  
푛
푛
푛
푛
1
ꢃ3  
1
ꢃ3  
∑(ꢃ2 + 2ꢄꢃ + ꢄ2) =  
(ꢃ2 ∑ 1 + 2ꢃ ∑ ꢄ + ∑ ꢄ2)  
푖=1  
푖=1  
푖=1  
푛
푛
푛
1
ꢃ3  
[( ꢃ2 ∑ 1 + 2ꢃ ∑ ꢄ + ∑ ꢄ2 )]  
푖=1  
푖=1  
푖=1  
1
ꢃ3  
2
2
2
2
[
(
)
(
)
(
2)]  
ꢃ 1 + 1 + 1 + ⋯ + 1 + 2ꢃ 1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ + 1 + 2 + 3 + ⋯ ꢃ  
e-se que; 1 + 1 + 1 + ⋯ + 1 = ꢃ, 1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ=푛(푛+1)  
e 12 + 22 + 32 + ⋯ ꢃ2 =  
2
1
1
푛(푛+1)  
2
1
6 ꢃ ꢃ + 1 (2ꢃ + 1) 푛3 [ ꢃ2. ꢃ + 2ꢃ ∙  
+ 6 ꢃ ꢃ + 1 (2ꢃ + 1)]  
(
)
(
)
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ꢃ3 + ꢃ2  
2ꢃ3 + 3ꢃ2 + ꢃ  
1
3
7
퐴 = lim [1 +  
푛→∞  
+
] = 1 + 1 +  
=
푢2  
ꢃ3  
6ꢃ3  
3
Pela integração vem:  
2
푥3  
8
1
3
7
퐴 = ∫ 푥2 푑푥 = (  
)12 =  
−
=
푢2  
3
3
3
1
2
[
]
Figura 5: Gráfico da área limitada por 푦 = 0 푒 푦 = 푥 푒푚 1,2 .  
2−1  
푛
1
푖
푛+푖  
푛
Para b) vem: ∆푥 =  
= 푛, 푥푖 = 푎 + ꢄ∆푥 = 1 + 푛 =  
ꢃ + ꢄ  
ꢃ3 + 3ꢄꢃ2 + 3ꢄ2ꢃ + ꢄ3  
푓 (  
) =  
ꢃ
푛
ꢃ3  
푛
푛
푛
1
ꢃ4  
[ꢃ3 ∑ 1 + 3ꢃ2 ∑ ꢄ + 3ꢃ ∑ ꢄ2 + ∑ ꢄ3]  
푖=1  
푖=1  
푖=1  
푖=1  
Parcialmente têm-se as seguintes resoluções:  
푛
∑ 1 = 1 + 1 + 1 + ⋯ + 1 = ꢃ  
푖=1  
푛
ꢃ(ꢃ + 1)  
∑ ꢄ = 1 + 2 + 3 + ⋯ + ꢃ =  
2
푖=1  
푛
1
∑ ꢄ2 = 12 + 22 + 32 + ⋯ ꢃ2 =  
ꢃ ꢃ + 1 (2ꢃ + 1)  
(
)
6
푖=1  
푛
ꢃ2(ꢃ + 1)2  
∑ ꢄ3 = 13 + 23 + 33 + ⋯ ꢃ3 =  
4
푖=1  
1
ꢃ4  
ꢃ(ꢃ + 1)  
1
ꢃ2(ꢃ + 1)2  
[ꢃ3. ꢃ + 3ꢃ2 ∙  
+ 3ꢃ. ꢃ ꢃ + 1 2ꢃ + 1 +  
]
(
)(  
)
2
6
4
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1
3ꢃ4 + 3ꢃ3  
2ꢃ4 + 3ꢃ3 + ꢃ2  
ꢃ4 + 2ꢃ3 + ꢃ2  
퐴 = lim  
푛→∞  
[ꢃ4 +  
+
+
]
4
ꢃ
2
3
2
4
1
15  
É = 1 + + 1 +  
=
푢2  
2
4
4
Pela integração vem:  
4
퐴 = 2 푥3 푑푥 = (ꢇ )12 = 16 − 14 = 15 푢2.  
∫
1
4
4
4
3
[
]
Figua 6: Gráfico da área limitada por 푦 = 0 푒 푦 = 푥 푒푚 1,2 .  
2−1  
푛
1
푖
푛+푖  
푛
Para c) vem: ∆푥 =  
= 푛, 푥푖 = 푎 + ꢄ∆푥 = 1 + 푛 =  
ꢃ + ꢄ  
ꢃ4 + 4ꢄꢃ3 + 6ꢃ2ꢄ2 + 4ꢄ3ꢃ + ꢄ4  
푓 (  
) =  
ꢃ
푛
ꢃ4  
ꢃ4 + 4ꢄꢃ3 + 6ꢃ2ꢄ2 + 4ꢄ3ꢃ + ꢄ4  
1
퐴 = lim ∑  
∙
=
ꢃ4  
ꢃ
푛→∞  
푖=1  
푛
1
퐴 = lim 5 ∑(ꢃ4 + 4ꢄꢃ3 + 6ꢃ2ꢄ2 + 4ꢄ3ꢃ + ꢄ4)  
푛→∞  
ꢃ
푖=1  
Fazendo as somas parciais, vem:  
푛
푛
푛
푛
푛
∑ 1 + 4ꢃ3 ∑ ꢄ + 6ꢃ2 ∑ ꢄ2 + 4ꢃ ∑ ꢄ3 + ∑ ꢄ4)  
푖=1  
푖=1  
푖=1  
푖=1  
푖=1  
푛
ꢃ(ꢃ + 1)  
∑ ꢄ =  
2
푖=1  
푛
1
∑ ꢄ2 =  
ꢃ ꢃ + 1 (2ꢃ + 1)  
(
)
6
푖=1  
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푛
ꢃ2(ꢃ + 1)2  
∑ ꢄ3 =  
4
푖=1  
푛
3
2
(
)
ꢃ ꢃ + 1 (6ꢃ + 9ꢃ + ꢃ − 1)  
∑ ꢄ4 = 14 + 24 + 34 + ⋯ + ꢃ4 =  
30  
푖=1  
푛
1
퐴 = lim 5 ∑(ꢃ4 + 4ꢄꢃ3 + 6ꢃ2ꢄ2 + 4ꢄ3ꢃ + ꢄ4)  
푛→∞  
ꢃ
푖=1  
1
31  
퐴 = 1 + 2 + 2 + 1 +  
=
푢2  
5
2
5
5
Por via de integração tem-se: A= 2 푥4 푑푥 = (ꢇ5 ) = 32 − 15 = 31 푢2.  
∫
1
5
5
1
4
[
]
Figura 7ráfico da área limitada por 푦 = 0 푒 푦 = 푥 푒푚 1,2 .  
A seguir, vai-se garantir o tratamento de regiões limitadas não necessariamente, pela  
( ) ( )  
curva 푦 = 푓(푥) e pelo eixo dos 푋푋 mas sim, pelas curvas 푦 = 푓 푥 푒 푦 = 푔 푥  
no  
[
]
intervalo 푎, 푏 . Desta maneira, segue-se a ordem dos exercícios anteriores, achando as  
soma de Riemann limitadas pelas condições expressas:  
2
( )  
( )  
d) 푓 푥 = 1, 푔 푥 = 푥  
2
( )  
( )  
( )  
e) 푓 푥 ≤ 푥 + 1, 푔 푥 ≥ 푥 푒 ℎ 푥 ≤ 1 − 푥  
Para d) tem-se o gráfico:  
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Figura 8: gráfico de área limitada por 푦 = 1 푒 푦 = 푥2.  
1+1  
푛
2
2푖−푛  
푛
Para d) vem: ∆푥 =  
= , 푥푖 = 푎 + ꢄ∆푥 = −1 + 2푖  
=
푛
푛
( )  
Quanto à função 푓 푥 = 1, tem-se:  
2ꢄ − ꢃ  
푓 (  
) = 1  
ꢃ
2ꢄ − ꢃ  
4ꢄ2 − 4ꢄꢃ + ꢃ2  
푔 (  
) =  
ꢃ
ꢃ2  
( )  
Como a área é limitada superiormente pela recta 푓 푥 = 1 e inferiormente pela curva  
2
( )  
푔 푥 = 푥 , no intervalo obtido por:  
y=1  
⇒ 푥2 = 1 ⇒ 푥 = ±1  
푦 = 푥2  
(
)
Deste sistema obteve-se dois pontos −1,1 푒 (1,1), o intervalo da área que se pretende  
[
]
calcular é; −1,1 .  
Assim, pelas somas de Riemann, a área limitada por duas curvas vem expressa:  
푛
푛
( )  
푀푎ꢄú푠푐푢푙푎퐴 = lim (∑ 푓(푥푖)∆푥 − ∑ 푔 푥푖 . ∆푥)  
푛→∞  
푖=1  
푖=1  
푛
푛
2
4ꢄ2 − 4ꢄꢃ + ꢃ2  
2
∙ )  
ꢃ
퐴 = lim (∑ 1 . − ∑  
ꢃ2  
푛→∞  
ꢃ
푖=1  
푖=1  
8
4
퐴 = 2 − + 4 − 2 =  
푢2(푢ꢃꢄ푑푎푑푒푠 푑푒 á푟푒푎)  
3
3
Pelo processo de integração vem;  
1
푥3  
1
1
3
4
1
−1  
퐴 = ∫ (1 − 푥2) 푑푥 = (푥 −  
)
= 1 − + 1 −  
3
=
푢2(푢ꢃꢄ푑푎푑푒푠 푑푒 á푟푒푎)  
3
3
−1  
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Assim confirma-se o resultado.  
Para e), tem-se o gráfico:  
2
( )  
( )  
( )  
Figura 9: Gráfico da área limitada pelas regiões 푓 푥 ≤ 푥 + 1, 푔 푥 ≥ 푥 푒 ℎ 푥 ≤ 1 −  
푥
Deve-se, de imediato, determinar os pontos de interseção entre as funções, tal como se  
apresentam os sistemas.  
( )  
( )  
푓 푥 = 푥 + 1  
( )  
ℎ 푥 = 1 − 푥  
푓 푥 = 푥 + 1  
I)  
,
II)  
e III)  
ℎ 푥 = 1 − 푥  
2
2
( )  
푔 푥 = 푥  
( )  
( )  
푔 푥 = 푥  
Resolvendo o primeiro sistema (I), tem-se:  
1 ± 5  
√
푥2 − 푥 − 1 = 0 ⇒ ∆ = 5,  
푥1,  
=
∙
2
2
1− 5  
3− 5  
√
√
Para 푥1 =  
, 푦 =  
.
2
2
1− 5  
√
De acordo com a figura 9, no segundo quadrante 푥1 =  
. Como a área é limitada  
2
superiormente por duas curvas diferentes, recorremos ao sistema II) para determinar  
o valor de x na intersecção entre elas:  
푥 + 1 = 1 − 푥 ⇒ 2푥 = 0 ⇒ 푥 = 0 푒 푦 = 1  
Também, resolve-se já o sistema III) 푥2 = 1 − 푥 ⇒ 푥2 + 푥 − 1 = 0 ⇒ ∆ = 5, 푥1,  
=
2
−1± 5  
√
.
2
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5 − 1  
5−1  
3− 5  
√
Como o valor de x é do primeiro quadrante vem: 푥2 = √  
푒 푦 = 1 − √  
=
.
2
2
2
Assim, deve-se fragmentar o domínio: [1− 5  
,
5−1] = [1− 5 , 0] ∪ [0 , 5−1].  
√
√
√
√
2
2
2
2
Analisa-se o cálculo das somas de Riemann parcialmente, para o primeiro caso vem o  
intervalo; [1− 5 , 0].  
√
2
1− 5  
∆푥 = √5−1, 푥푖 = 푎 + ꢄ∆푥 =  
+
5−1 ꢄ  
2푛  
√
√
2푛  
2
1 − 5  
5 − 1  
3 − 5  
5 − 1  
√
√
√
√
( )  
푓 푥푖 =  
+
ꢄ + 1 =  
+
ꢄ
2
2ꢃ  
2
2ꢃ  
2
2
2
1 − 5  
5 − 1  
1 − 5  
1 − 5  
5 − 1  
5 − 1  
√
√
√
√
√
√
( )  
푔 푥푖 = (  
+
ꢄ) = (  
) + 2 (  
) . (  
ꢄ) + (  
ꢄ)  
2
2ꢃ  
2
2
2ꢃ  
2ꢃ  
6 − 2 5  
6 − 2 5  
6 − 2 5  
√
√
√
− 2 ∙  
ꢄ +  
ꢄ2  
( )  
푔 푥푖 =  
4
4ꢃ  
4ꢃ2  
3 − 5  
2 5 − 6  
3 − 5  
2ꢃ2  
√
√
√
+
ꢄ +  
ꢄ2  
( )  
푔 푥푖 =  
2
2ꢃ  
As somas de Riemann são dadas pela seguinte fórmula:  
푛
푛
É푀푎ꢄú푠푐푢푙푎퐴 = (∑ 푓(푥푖). ∆푥 − ∑ 푔(푥푖). ∆푥)  
푖=1 푖=1  
Dada a extensividade das somas, entende-se fazê-las parcialmente:  
푛
1 − 5  
5 − 1  
5 − 1  
√
√
√
푀푎ꢄú푠푐푢푙푎퐴1 = lim [∑ (  
+
ꢄ + 1) .  
]
푛→∞  
푖=1  
2
2ꢃ  
2ꢃ  
4 5 − 8 + 3 − 5  
√
√
É =  
4
3 5 − 5  
√
퐼ꢃ푓푒푟ꢄ표푟퐴1 =  
4
푛
3 − 5  
2 5 − 6  
3 − 5  
2ꢃ2  
5 − 1  
√
√
√
√
퐴2 = lim [∑ (  
+
ꢄ +  
ꢄ2) .  
]
푛→∞  
푖=1  
2
2ꢃ  
2ꢃ  
16 − 8 5  
4 5 − 8  
5 − 2  
√
√
√
퐼ꢃ푓푒푟ꢄ표푟퐴2 =  
+
=
8
12  
3
Portanto, estabelece-se a diferença entre as duas somas de Riemann para se obter a  
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soma resultante:  
3 5 − 5  
5 − 2  
5 5 − 7  
√
√
√
퐴 = 퐴1 − 퐴2 =  
−
=
푢2  
4
3
12  
Pela integração, tem-se:  
0
1 − 2 5 + 5  
1 − 5  
1 − 3 5 + 15 − 5 5  
√
√
√
√
2
(
)
퐴 = ∫  
푥 + 1 − 푥  
푑푥 = −  
+
+
1− 5  
2
√
8
2
24  
5 5 − 7  
√
=
푢2(푢ꢃꢄ푑푎푑푒푠 푑푒 á푟푒푎)  
12  
, numerador , raiz quadrada de 5 menos 1, fim de numerador , sobre 2,do intervalo  
[0 , 5−1] tem-se:  
√
2
, 푥 , 푓ꢄ푚 푑푒 푏푎푠푒 , ꢄꢃ푓푒푟ꢄ표푟 à 푙ꢄꢃℎ푎 ꢄ. É ꢄ푔푢푎푙 푎 푎. 푀푎ꢄ푠 ꢄ. 퐼ꢃ푐푟푒푚푒ꢃ푡표∆푥 = √5−1, 푥푖 =  
2푛  
푎 + ꢄ∆푥 = √5−1 ꢄℎ 푥푖 = 1 − √5−1 ꢄ = 1 − √5−1 ꢄ  
( )  
2푛  
2푛  
2푛  
2
푛
5 − 1  
3 − 5  
2ꢃ2  
5 − 1  
5 − 1  
√
√
√
√
ꢄ2푀푎ꢄú푠푐푢푙푎퐵1 = lim ∑ (1 −  
ꢄ) .  
( )  
푔 푥푖 = (  
ꢄ) =  
푛→∞  
푖=1  
2ꢃ  
2ꢃ  
2ꢃ  
√5 − 1  
3 − √5  
=
−
2
4
3 5 − 5  
√
퐵1 =  
4
1
(
)(  
)
ꢃ ꢃ + 1 2ꢃ + 1  
6
푛
푛
5 − 1  
5 − 1  
4ꢃ2  
5 − 2  
√
√
√
퐵2 = lim [∑  
푛→∞  
− ∑  
ꢄ] =  
2ꢃ  
3
푖=1  
푖=1  
3 5 − 5  
5 − 2  
9 5 − 15 − 4 5 + 8  
√
√
√
√
퐵 = 퐵1 − 퐵2 =  
−
=
4
3
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퐵 = 퐵1 − 퐵2 = 5 5−7 푢2(푢ꢃꢄ푑푎푑푒푠 푑푒 á푟푒푎).  
√
12  
Pelo processo de integração, uma vez que se pretende confirmar o resultado obtido  
vem:  
5−1  
2
√
5−1  
2
√
푥2  
푥3  
2
(
)
퐵 = ∫  
1 − 푥 − 푥  
푑푥 = [(푥 −  
−
)]  
2
3
0
0
5−1  
√
2
5 − 1  
5 − 2 5 + 1  
5 5 − 15 + 3 5 − 1  
√
√
√
√
2
(
)
퐵 = ∫  
1 − 푥 − 푥  
푑푥 =  
−
−
2
8
24  
0
5−1  
√
2
5 − 1  
3 − 5  
5 − 2  
√
√
√
2
(
)
퐵 = ∫  
1 − 푥 − 푥  
푑푥 =  
−
−
2
4
3
0
5−1  
√
2
6 5 − 6 − 9 + 3 5 − 4 5 + 8  
√
√
√
2
(
)
퐵 = ∫  
1 − 푥 − 푥  
푑푥 =  
12  
0
푀푎ꢄú푠푐푢푙푎 퐵 é ꢄ푔푢푎푙 푎 ꢄꢃ푡푒푔푟푎푙 푑푒 0 푎 ꢃ푢푚푒푟푎푑표푟 , 푟푎ꢄ푧 푞푢푎푑푟푎푑푎 푑푒 5 푚푒ꢃ표푠 1 푓ꢄ푚 푑푒 ꢃ푢푚푒푟푎푑표  
5−1  
2
√
푑푥 = 5 5−7 푢2(unidades de área).  
√
2
(
)
1 − 푥 − 푥  
∫
0
12  
Portanto, tendo em conta a fragmentação que havia sido feita, uma vez que se realizou  
somas parciais de Riemann, agora recorre-se ao intervalo inicial para garantir a soma  
total e daí vem:  
푆 = 퐴 + 퐵 = 5 5−7 푢2 + 5 5−7 푢2 = 5 5−7 푢2(푢ꢃꢄ푑푎푑푒푠 푑푒 á푟푒푎)  
√
√
√
12  
12  
6
Pela integração vem:  
5−1  
2
√
0
5 5 − 7  
√
2
2
(
)
(
)
퐴 + 퐵 = ∫  
푥 + 1 − 푥  
푑푥 + ∫  
1 − 푥 − 푥  
푑푥 = 2  
푢2  
1− 5  
2
√
12  
0
퐴 + 퐵 = 5 5−7 푢2(푢ꢃꢄ푑푎푑푒푠 푑푒 á푟푒푎).  
√
6
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Considerações finais  
No nosso estudo, constatamos que os conteúdos sobre as Somas de Riemann não têm  
sido ministrados por não constarem dos conteúdos programáticos das cadeiras de  
Análise Matemática I e II. Esta carência agrava as dificuldades dos estudantes dos 1ºs  
anos dos cursos de Ensino de; Matemática, Física, Informática-Educativa e de  
Química, pois que os mesmos revelam situações de nunca terem abordado em  
unidades curriculares afins.  
O tratamento das somas de Riemann pressupõe a abordagem geral de séries,  
fundamentais na obtenção do termo geral da soma de elementos de uma determinada  
sucessão.  
A abordagem de séries implica o domínio sobre várias áreas: sucessões; aritmética,  
geométrica e geométrico-aritmética, entre outras.  
A abordagem de séries manifestou, principalmente, a soma de termos aritméticos,  
geométricos, a soma de quadrados, a soma de cubos e a soma de potências de expoente  
4, bem como os seus respectivos termos gerais das somas de n primeiros termos, que  
consideramos como parte fundamental para o asseguramento dos conhecimentos  
necessários para o desenvolvimento das competências dos futuros professores de  
ciências exactas.  
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Referências Bibliogríficas  
Demidovitch, B. (1977) Problemas e Exercícios de Análise Matemática - Editora Escolar,  
tradução para português: Escolar Editora, editora MIR  
Cardoso, D., M., Szymański, J., Rostami, M. (2009) Matemática Discreta: Combinatória,  
Teoria dos Grafos, Algoritmos, Editora Escolar  
Flemming, D.M. & Gonçalves, M.B. (2012) Cálculo A, funções, limite, derivação e  
integração (6ª ed.), REVISTA E AMPLIADA.  
Leithold, L. (1994) O Cálculo com Geometria Analítica. (3ª ed.) -Volume1. Haarbra.  
Domingos, J. T. J. (2019) Apontamentos de Didáctica da Matemática, 2º Ano de  
Matemática, ISCED/HUILA-LUBANGO, caixa Postal:230.  
Nolasco, B. B. S. (2019). Apontamentos de Matemática II. 2º Ano de Física e Química,  
ISCED/HUILA-LUBANGO, caixa Postal:230.  
Recebido:20/08/2020  
Aceite:24/06/2026  
submeter o manuscrito o autor está ciente de que os direitos de autor passam  
para a REVISTA CIENTÍFICA DO ISCED - Huíla e para o Instituto  
Superior de Ciências de Educação da Huíla, que mantém com fundos próprios  
a Revista.  
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